Estrategia Tatica e Tecnica Nas Modal Ida Des Esportivas Coletivas Conceitos e Aplicacoes

November 6, 2018 | Author: Gibson Moreira Praça | Category: N/A
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tr

ti

tecnica

nas

coletivase

aplicacoes on

N TR T R OD OD U < A O : O R G E DO

atant tant

C ON O N CE C E IT IT O

ja

cont contro rove vers rsa, a,

u r d es es se se s e rm rm o s

da ativi-

as em part partic icul ular ar

o b e titi v po igualmente capaz

cern

c om o m u m , contra outr outr grugru-

rer

ce

moda modali lida dade de

ur corp corp

area area espo esport rtiv iva, a, cole coleti tiva vas, s,

nece necess ssar ario io

ca ac

la

comp compet etie ieao ao ..Ou seja seja 'd 80S

superam os m e no n o s q ua u a l c ad ad o jogo 0. jogo

mente promove

en rent rentam amen ento to

entr entr

inev inevit itav avel el

da

equipes. Logo, nao

ao

o u ca ca s a s a na n a lo lo g a s entre sao p ou esportivo.

U rn r n a c om om p o va va ca ca o d a e x

exprimem nhec nhecim imen ento to

de

rela relati tivo vo

organizacao das tropas o rg rg a ni ni z guerra, assim equipe

es

e la la ca ca o

C LA L A SS S S IF IF IC IC A < A O D A S M O D A L D A D E E S O RT R T NA N A S C O E TN TN A

conteiido do jogo jogo trat tratad ados os neste capfAtraves

tu

ar influenciam.

e nc nc i

caracteristicas de cooper cooperacao acao 'f

a tr tr av av e acordo

ateg ateg a,

para parame metr tres es comu comuns ns das

vas. vas. Orie Orient ntam am (2002)

reco recorr-

d e c o nh nh e ci ci m en en to to s e sp sp e cf cf fi fi co co s dos o go go s e s

oposto.

obje objeti tivo vo dire direta tame ment nt

foreas

bas-

Bstr Bstrat ateg egia ia tati tatica ca

Qnad Qnadro ro 4. Clas Clas ific ificac acao ao da

odal odalid idad ades es espo esport rt va

tecn tecnic ic nas moda modali lida dade de

cole coleti tiva va

(a apta aptado do de

espo esport rtiv ivas as cole coleti tiva vas: s: conc concei eito to

cGar cGarry ry et al., al., 20

apli aplica ca~5 ~5es es

41

Sa pedr pedro, o, 1999 1999

ESPACO ALTERNADA Putebo)

Basquetebol Handebol Voleibol V 61 6 1 e d e P ra ra i

Futsal H6quei Rugby

fato fatore re part partir ir os uais uais as odal odalid id de fora fora clas clas sifi sifica cada da Infl Influe uenc ncia ia mane maneir ir como como estr estrat ateg egia ia atat atatic ic ecni ecnica ca once oncebi bida da da moda modali li ade. ade. moda moda lida lidade de co seme semelh lhan anca cas. s.na na clas classi sifi fica caco coes es apre aprese sent ntam am m a i e r r e la la c s entre si co rela ce it it o s anteriorrelaca ca a o s c o n ce ment expostos expostos

A< AO DE OGO 'Mahle (1968) fo io eiro eiro fini fini da 3 . 9 a O de jogo, jogo, obje de e s tu nela dife difere rent ntes es fa enquanto obje tu d o . I d en en ti ti fi fi co co u nela abrind nd cami caminh nh para para entendimento do comportases, abri eomp eompre reen ensi siio io da dife difere rent ntes es qual qualid idad ades es sens sensor orio io-m -mot otor oras as envolv envolvida ida no desemp desempen enho. ho. combinacao ". significativa, mais ou r n en en o s c o m p li li ca ca d a , de diversos proe e ss ss o s m o t o re re s p sf sf q ui ui co co s , i nd nd is is p en en sa sa v ei ei s solw;ao d e u r robJema n a c id meno meno opeopeid o d a situacao de J'29ao ur movi movime ment nt isol isolaaur proc proces esso so pura purame ment nt meno menor. r. Esta d e fi fi ni ni ca ca o r e al al c carater contextual f un un c io io n a l da onsi ra rn onju onju to de pr ce os ue 1 ! 9 i o de jo ,o onsi fina finali lida dade de de reso resolv lver er prob proble lema ma situ situae aeio iona nais is espe especf cf dojog reco reconh nhec ecen endo do cara carate te "psf "psf uico uico (cog (cogni niti ti 10

izar.. izar..Ma Mahl hl

iden identi tifi fico co

atle atleta ta posposnoes noesfa fase se dife difere rent ntes es da a~ao a~ao

cia situacao;

lu'S lu'Sio io ment mental al do prob proble lema ma

E ss s s a r e a se se s alem de proprocurar resolver problema proposto, prom promov oven endo do um in-. terven tervenlfa lfa no jogo, se aperfeicoam, func funcio iona nand nd como como rn modelo modelo cibern ciberneti etico; co; conh conhec ecim imen ento to do resu result ltad ad da a~ao a~ao feedback que rerorna ot ra onsi onsist st nu ec ni memoria, prornovendo u m a a v a i ac ac a das a s d a aspe aspect ct peda pedag6 g6gi gico co iner ineren ente te qu pror prorno nove ve desenvolvimento habilidade. pr meir meir fa da raod raod jogo jogo perce percepc pcii ii anal analis is da it afii afii

evid eviden enci ci

ex sten stenci ci

atividade

intelectual inerente essa essa a~ao a~ao observacao das situacoes a n al al i s e sint atude adqu adquir ir sign signif ific icad ad co sintes es alizac;a alizac;a dos conhecim conhecimento entos. s. Isso quer dizer qu simp simple le visiio e s so so a movimentando um serie de p es n u e sp sp ac ac o determinado na capa capa de apresentar ao jo signif ific icad ad tati tatico co ur sign re s en en t ac ac a o de rn prob traduz n a a p re proble lema ma qu necesit et re ol ido. ido. Port Port to an li da itua itua ao onsi onsist st na observaeao de aspe aspect ctos os esse essenc ncia iais is meno meno temp temp poss possfv fvel el prom promov oven endo do um inte interp rpre reta taca ca da realidade, result sultan ando do no conh conhec ecim imen ento to tatico da situacao. Segu Segund nd Mahl Mahl (1968) guou guou qu

capa capaci cida dade de de perc perceb eber er aspe aspect ctos os rele releva vant nt

para para

da peri peri ncia ncia (nfv (nfv mpet mpetit itiv iv jo dor. dor. ta forforma, dese desenv nvol olvi virn rnen ento to da perc percep epca ca esta esta inti intima mame ment nt li da ao es nvol nvolvi vi ento entota ta ic le di o, uali uali de velo veloci cida dade de da perc percep epca ca aume aument ntam am em func func;: ;:ao aode de info inforrmaco macoes es prev previa iame ment nt fome fomeci cida das. s. Esta Esta cons conste teta taco coes es ress ressal alta ta impo import rtan anci ci da memo memori ri para dese desenv nvol olvi vime ment nt da perc percep epca cao, o, Segu Segund nd auto autor, r, el

42

strategia, tatica

te ni

na modalidade

sportiva

ol tivas: conceito

aplica oe

Receptor doefeito

Mam6ria

Analise pereepca da situacao

Solu!tao mental do problema

Resultado

SoluCa

Fi ..4. Ca at

.d nc

cibe netico da rase da 3 9 - a O dejogo (Mahlo 1968.)

me em ob

v ad o

(percepcao analitica),assim

mo c e pc s

s in re ti ca )

solucdo exprime s e c ar at e t at ic o urna ez que p ro ce ss o a t c o enquanto processo intelectual de nd oc ve d a p ro p d e o go . Fica solucao, claro t a ti c a n t n d d a c om o u r p ro c cognitivo me Ap empregado pelo atleta durant o nh e d a e s n c d ad e a, m p o r a nt e r es sa lt a pensamento a t c o n a suporte e xc lu s v e p a a r r a n · me de jogo pode se apoiar em diferentes formas relacionadas: Na teoria da

(1)

e cn ic a

segunda

o u a u o m at is m os ;

sensorio-motoras; (3) a y 6e s r es ul ta n d de Aq

molora do problema

atividade m e n ta l c ri ad o ra .

ma

(I ac;oes elem ntares automatiza as qu naoexige jogador, "deixando su consciencia nenhum arenca disp nive para rnissoes mais alta (a tatica)"

(2 a~oe envolvem maio demand sensoria fum;ao da n e d ad e mu ne o o d en a observ a C ;8 o d o ambiente c on t o l c in es te s c o a ta nd o e , portanto, de ayoes de m a io r c om p le x d ad e pr nc pa men d a a yo e (3) a~oes q u e s e c ar ac te ri za m pela importancia p e c t i n te le c tu a l de u r p en s m en t c r d o a u n om o pensamento tatico na apenas uma reflexao concreta forma isolada imediata, isto situay O e s d e j o go , as si que reeorre ao conhecimento de causa generalizaeoes que 0' a u o r d en om in a de r eg ra s t at ic as , a ns po nd o a s p a u ac a c on c e ta , a da p a nd o a s forma su-

perior d a a r a o de do "ato t at ic o " , Segundo 0' autar e l s e c a ra c e r z a p o u m forma de conhecimento u rg e n a o lu g me m a capacidade de info me

a pe na s a p c av e s i u ac oe s m o m en ta ne as , qu recorr experiencia memoria analise procedendo se cessar st circunstancias d a u a dos alizar os conhecimento gerais transpondo-o 96es se mero jcguet r ro e n a

E s a te g a , a t c a

e cn ic a n a m o da l d ad e

ma

om ma o, ma vista. mais g e pensamento a t v id ad e § : c a rn jogador ficam muito e du z o s e l 5e m i a a e so lv e as situa~oes me ma ma e on ju n d o p ro ce s o , a s c ir cu ns ta nc ia s m a g e a i atividade global.

habilidoso,em modalidades coletivas aquele q u m e lh o se adaptaa situ390es, melhor resos 1 1op\;1'iode que dispoe naquele contexte momentaconaeo, Esseexcerto de Mahle ai d e e n co n tr o c o pens amen to cepgao determinista ja queconsidera co em sua. forma m a i d e se n vo l vida torna-se justamen

e sp o v a

c o e t v as : c on ce i o s

ap ca oe

e x tr em a m e n t v a ri av e l bastante i rn p re v is fv e l r eq ue r g es to s m o o re s qaesejam adequados

'e

habilidoso

" jo gu e te " d o r ne io , m a s s im c a pa z de manipular

urn

entorno

n es pe ra da . E ss a a ~o e a t c a m a i c om p e xa s c om p or o s a u o m a s mo s e a9 0e s ta a s p o d e a90es a n e r o re s e n 6 r o -m o to ra s u r c om po ne n do b o d ad o n o e s u d da tarica 'em modaliormente o r dades coletivas individuais, com observamo no seguinte treeho:

tambern,

DO

q?

respeita

a~ao

c o h ec im en t sItuac;:aocone re ta ad ap ta nd o a s o on ce it o de regras ttiticas~amplamen(Grehaigteesmdado por Grehaigne como se Godbout, McPberson como uma adapta\;ao da memoria l on g o p ra z (McPherson Kernodle, 2003). C o nc eb e a t c a c om o u r p ro ce ss o c og n v oe m p e gada durante

tl!l~oesadequadas as situacoes;e que, em funlirao da o1'08i~o. opera so maie m e o r pressao temporal, exiginv e o c d ad e n a s e d e p e rc ep c o m ad a d e d ed s o , m p l c a c om p re en sa o d e s u n t m a g m ; a o interpretade inforpercepcao a na li se da s s it ua co es , A s si r interdependencia performance em espor-

u re z e ss en c a lm e n s i u ac ie na l a d ap ta t v a soluyao mo or pa Mah 1 96 8 ,6 e su l a d d o p ro ce ss e atividapsfquicos psicologicos, sendo parte visfvel de. atraves d e q u em do fora apreende ac;iiod e j og o . ge tual tecnic empregad pelos bjetivid de metodo16gica

inexor ve da e o d a a l r a O de

trabaIho

ti

p ar ti r d o intuito d e jogo,

ereeir fase da a\;ii. d e j o go ~to il escolh da n te bo J

p o r e xe m p o , por

epoca, sobr

importanci

m o o r o m o c on c e t z a9 a

d a a ~a o d e o g . D es d e n a o expertise vern ideias expostas antes des aDOS 1970.

divers

A BO R D A G E

D A TATICA

Frequememenre, expressoescomo "jogador inteligente" o u " eq u ip e entrosada" s i u t z ad a n o m e io s e sp o t iv o s S a o e v id e nc ia s da existencia de criterios perceptfveis, om es m e sm o a o e xp ec ta do r d es co m pr om is sa d a ca de m ic a r e e re n e s a o e m a a ce rc a da eficiencia de rn eq organizalrao no myel individujogador da equi e... co ceit relati al do o ga do r a ss i co a o j og o q ue co ng re g estas e xp re ss oe s d o s e s e c on iu m tatica atka o po s e a e n r e a s e qu ip e p od en d e r a na l s ad as o n d v id u co va ma ul ambtente.em meio com

objetivo de resolver

n o p la n n d v id ua l o u ooletivo Su qualidade dependente d a c ap ac id ad e d e p er ce pc a das inferm a yo e s m a i r e e v an te s do m e o , d o p ro c s sa me n de no rm a s a o a p d o p re c s o d a c ap ac id ad e de concretizasario, novamente

,s

mo

.0 conceito

j'a •0

de identifiear p ri nc ip a l c o m p o ne a te s da a ~ nt ex or partir da concepcao o bs e v av e e xp re ss a o s p ro c s se s p s u ic o nt ec ua s" e xe cu c a t ec ni c d o m o v ir ne nt o pe mi a p e en sa o da i nt en ci on a i da de , t or na nd o p o ss f el

r~ao

velocidade

!::las

a le a to n o , restricoes

11

te um requisit jogado

43

me

\;3cO

motora da resposta.

tecnic na modalidades esportivascoletivas:

Bstrategia tatica

me

s i u a~ a

o.

de de es

na va

pressao no

jogado

ar

Po

mp o,

cesta. entanto, d e n so re s p ro x m o s a o g a a o p od e set ageis criar p ro po s a lm e nr e ha s i u ac s de aparente para forear

passe. Logo,

rnelhor para

.ar

a r b ie n a l como

od

passe o n

ataque, neste contexte

e va r

ma

me papel su experienexplorada s e gu ir . rn jogador, q u a nt id a d e prati-

o ga do r p e c eb e

ia neste vi

va me

Nu

processo

leva

as estruturas

ampliacao

c on ce r o s m a i e mais inter-relaeoes entre

me cada conceito,

A s situacces

co ce os

ma

informacoes

melhor.

ma

procedimentos

m a situacao e m e Ja Qa o

Em

Williams.

como

e. pace-temporal

0.

sobre como

ou

Wi ams

Dav ds

contexto

grande

pressso

jogo,

"jogador

inteligente"

aquele que acessa com r ap id e z e fi ci en c i informacoes pre. ente m e m or ia , A tu a m e n e , m u i a s q ue s o e referentes parfunetros

treinamento, qu do

tornam

jogo

a r da c a c t do p od en d n s a r entre

trutura

tarefa

o ga do r m a i

r ap id a p er ce p ca o

conteu-

e xp e e n e .

identificacao do

padroes

da demais jogadores sa n a s m o d a li da d e coletivas de in asao

eficiencia

e x p er ie n te s p a re c e

re e st e

f at or es ,

qu

se

capazes

Jo ado-

g er en c ia r m e lh o r

foi conc1uido

antecipacao de reacao

diversas

pes-

invasao,

oJ

resultados d i e re m

me

li

ue it quantidade

proporcional

tempo d e . in c er -

x pe r e n

c la s

ar

as po

ma quanto as

mo

b i d ad e

ve

po

m p o va ve i

muito

ma

o, Wi

d e p ad ro e

m i a n o -a s

en

om intuito de

md

pa

d es em pe nb o

l. ( 1 99 9 ) e n co n tr a ra m

ms

como

a pa re c

r et om a d

a to r d e predicao

c a pa c id a d e

an ec

ma

fo

p ar a

experiente,

Ob

mb

on

me

mo jogo maior eapacidade retomada de padrties ja memorizados no reconhecimento situacoes estruturadas. Alem reconhecerem mais padroes, mp pa en a\ ao es padroe

tambem

m a i p ad ro es , sa

as experientes

menor,

mais precisos

to d e s e s

a qu is ie a

d ad a p a

situacoes

r ap id o

padroes

do

percebem

n o e co nh ec im e n

tambem mais conso-

jogo e st ru tu ra da s

p er m an ec en d

mais tempo n a m e m or ia . "Ocraque

sabe

bate resultados

vivencia

observacao

me

or treinador,

mo

qualidade

que

fatores funda-

mp Para

da su

e f c ie nc i

olhoe

padroes d o. jo go , m e lh o

n o m o m en t

intervencao

da disputa,

n a c ap tu r

S ta rk s 1 98 0) . O s o ga do re s e xp er ie n

r oe s A l la r (eli d e v o e ib o

diretamente

para

n fo rm a c a f om e ci da , A l e disso, f o i s u ge ri d qu essa quantidade incerteza d ir ni nu fd a c o p r at ic a ,

me

estudos

to focado

no

experiente

situacionais

me n co n a do s

do taretas orientadas

rapida,

o go . A t

va

a qu e e s

da

ez

D a o . estrutu-

a da s N o e nt en te , e m m o

us

o u p ro b a bi li da d e

pecrativas

po

sicionamento

a je t6 r

m a ie r h ah i d ad e p ar a r ea l z a p re d c oe s a cu ra da s ve seadas n a n fo rm a ca o c on te x u a infcio sequencia ia ~a ma on nc na de LULUi:lIJia. e n q ua n t a s i ni ci an te s precis m a i s i n fo r m a co e s a g ir , P a r a tanto, jogadoresexperientes fazem ex

te

rn ambiente co

da

do jogadores,

deslocamento

b i d ad e d e ocorrencia rn rn ve a r a to re s q ue co n b ue m

em

va

g ra nd e o ga do r

pa

ma

ob

urecisam

sui.

ma

luc,:ocsdefinindo

mo

ueoenden

meio da

proximo

desmarcacao

posicionamentoe

alter-

proximo

pressionado

To

oc da

um

te

aplicacoes

bol, cricket

executada resolve problema criado depender d e a to re s sutis,

pelo adversario, mu ve

concerto

pa ce

nc

ma

realizar rapid

ela,

bs

mb mo

c n u t z ud n n o "[ogos

bo

bj

toria

me-

cessamento

Se un

poem

reconhecimento informacao

mo

co

e la b or ae a

po

tomada de decisao, possivelment

tatica com m a o r

ma

de padroesjuntamenre

om

o pu la r a de , on mo

en

da

tenno mu as

C=;;:_"",,;;;).

E s a re g a , a t c a

e cn ic a n a m o da l d ad e

e sp o v a c o e t v as : c on ce i o s

a p c ac oe s

45

Cada conceito

i nf or m a c a

c a pt ur a da , Em

ma~ao relacionada

experientes demonstraram os at ibutos qu

m a i o c a pa e id a d de geracao de

ini-

iferen ia

decisao:

ciante em elar ao it

ga~oes entr

melhor aItemativa

p o ss fv e i

h ip o te s e

maiores li-

.A

aQOe

00.

me-

moria de long praza com maier eficienci para adequar

ciantes i nd ic a

e on h ec e os objetivos d a s it ua c a

as

maior

sob

de jogo

on

ac;:ao necessaries para realizar

dores, porem

contendo tatico

d e se n vo lv im e n t m a i e sp ec ff ic a

tam s o u cc e

t at ic o pro:-

condicao-acao decisao entr

ogadores

dec;larativo

conhecim nt

procedimento,

p.rocedimelito cediment

auto so re tati que datarn at os dias atuais sao verbalizaeoes de at e-

representa

de

desde

declarative

v o lv id o s n a tarefa,

que fazer". ("0

cedime ta

"c mo

experiencia

fazer"). processo da aquisica de habilidade esportiva, po exernplo

prazoassociadas

situacoes

urn progressive

metas gerais •co

vivencia esportiva,

arnplia-se

capacidade

ge eral za

car

bola na quadra")

discriminacao da resposta. trajeto cognitive para acesso da informaeoes especfficas ue le reforcado, ~dimirruicao aplicacao. D~

avalia

apenas

xecuca

~o

po iciona ento

do adversar o,

moto-

pro-

efeito da bola multo menos as

lcPherson su

Enquanto aspectos cognirivos

toma-

habilidade, conhecimento ,gia conhec ment

Ires conceito

declarative, ou

adversario Alem

e xe cu ca o m o to ra , nfvel,

escolha

ro edimenta

estiio envolvidos na estrut ra de conheci-

e fe re n e a t om a d a de decisao; ao eles.condica ac;a apud al., 1999).

Segund

McPherso

Kernodle

(2003), es es plan

ito condifiio

8950 deve se realizada. es

coi jogo

conceito Qfiio repremudanca relaobjetivo reganho.

sociacao

c on di co e

m o m e nt an ea s concerto

46

strategi

tatica

ecnica na

od lidade

esport va

ol tivas:

aind ai so isti ad do po to m e mo r d e long praz de vista.do proeessament de informaeoe seriam os "per is do vent atua do jogo tual), Trata- de es ru uras de emoria utiliz da para acessa nf rmacoe relevanes util za do-s expe iencia passad fi de moni ora constantemente seu transcorrer. atlefuncrao pr cess de onstrucaoe re onstruca parece er in ermi nave us ific po qu desenvolviment da "experiennfvel,

utilizacao daexperienci

passada,

significacao

acontece de fo ma si ul anea numjogador de al nfvel c om p e c a durant qu pressupeem intera((ao d . a s condi90es espaco-temporais co estruturas de conhecimento utilizacao de planes de ayao, co as condicoe proprias do jogador, se conhecimento experienci passada, Portanto no m o d el o p ro po st o p o r M c P h er so n Kernodle (2003),. conjun a, du an ompeticao, pl ne de ayao pe fi do evento para es olha prec sa da respos as otoras as im como para controla suas execucoes, ova (1968) quando este consider a s a yo e resultante de um

on ei os

ap icacoe

atividad mental criadora at co ,e apon pa tualid de

se

resolucao ur roblem conc eto, ma depend do conhecimento de causa, de genera izacoe da ad pt ca dessas gene al zacoes mem6ria

si uaco s, Mahl

ia reco hece importanci desenvolviment da

de ar;iio ex st di er ne na corn lexidade do pr cessament de informacoes. Como visto, as estruturas de conhecimento do jogado es experiente sa ma sextensa oo pl xa que inpadroes, assim como su tomada decisao. Porem, participa9a ubconsciente no ac oc ni do ogador expe iente Iimita ua capacidade de ve baliza toda su capaci dade de ayao Jogadoresexperientes agem intuitivamente mais do qu de form analftica, realizando decisoes qu pode se xpre as po eg as de roce imento acordo co eori de ro essame to Distribuid representacoes cognitivas do padr6es de espo ta do nd vidu n a e s a o o rd en ad a p re co nc eb i

unidades de processamento. As estruturas formam-se, sa

Unldades de Repre$enta~a Inlern

Unldades de Entrad

Es rategia, tatica

meio

ov

rr njo.

ecnica na

nexO

a pr en d iz ag e r

o co rr e

47

infor-

exportam

mac;ao para

os coloca como sujeitos perspectivacorrente que considera inteligente

tas, re

•. fr

modificacao

qu

aplica oe

ati-

re pr

on ei os

funcao de opcoes !a ie

nt

au menos or

odalidades esport va coletivas:

vertendo

das relacoes ja existentes, Ao criar uma hierarquia

entre os diferentes dominios

percepcao, perspectiva

resposta

como os elem ntos coordena ivos

nant

Fig.

tambem

4.2 exemplifica

este atic

decisao como conda ac;;Oe motoras, coloca-s comportamento

crito,

d o [ o ga d o

como mero objeto das d et er m in ac oe s

tendo um

margem restrita

oposicra

cria durant

jogo,

on rm

suasopcoes.

caracterfstico

on rang

do jogado

babilidoso

Con-

aeeitar

I:lS

if

bi

m im e ro s f a o re s que e m c on ju n ordenacao solucao de ur craque pa

a ss i

p ot en ci a m e n

m e lh or .

concretiza-

atuac;ao habilidosa

que

um

precisao

A BO RD A G E

DA

EC

maestria,

:maioria da ut or

te:

CA

d or e e nv o v id os ,

g ra ce s

me

d e n id a

por

lhes permite n fe r 5 0 de atuac;ao dots) opon nte(s) anteci

ma

'r as possibilidades i m ag e

para todos as og

m ag en s g e u a

da preparacao

de

cial po

execucao •0 de

do

executar ur

se

o,

c ri an d o c on di co e

part

cond cio-

nd ue

ou aeROque realrnente

Portanto,

gado

dialetica com

o.

pl no om

expressao do f en o m en o o b se rv a ve l

tambern

tecnica

mesrno cepcao,

__ se produz confere

.0

og

urn diferen-

pretende executa! s ej a p o ss fv e l

pr rn ir

os

ambe

do

le ondicion

. in te nc oe s

rn

oponentes,

xto,

nante deste, No

9a

tecipa~ii. da ac;oes do

nt

st ua ne

constimern fonte de informacoes

ur

utiljza~ao tatica dos g es to s e xe cu -

sq

qu

a m b ie nt ai s

sequentemente, umjogado habilidoso corresponderia aquele te respostas adequada ao entomo s it ua ci on a l N o entanto,

blemas que

pro-

ma oe

dicionante ambi nte, assi

da

urna propriedade traz consig

de habilidadee repert6rio

mo

t ec ni c

t ar nb e

percepcao limitantes destes mecanismos. A~oes motoras que sabidamente

jogador

de campeonato,

Estrategia tatica

tecnic

as modalidade

esportivas coletivas: conceito

ESTRATEGIA uma

on is sabe qu ac uand ay algo qu hacer, Laestrategi en sabe qu "L dc ca un.mo mi nt orto lato qu pe mi amar un po ic dn estrategia lju (Sarnpedro 1999

ei

aplicacces

ma

E m ambos

casos, faz-se necessaria

"La ac

co quista de

posic;ao importante

para instituiclio.

tida

essa

su ei

adaptacoes, Constitui a ss i

r ef er ee s

como fazer",

diretriz para

conc l i y O e s da e qu ip e e m q ue st ao . Quanto maio a, aquisiyao deste pe.

geralmente

reali-

is r" em re di ar on av

e l e qu i

N um a

cnic ta

nc

macroscopica da

estrategico

ir trizes conferidas "como

Enriquece

pelo plan og or

ipe. Beek

Jacobs

Daffertshoffer

percepeao, trategica, Sa identificada

contempladas pelaequipe ad

yoes

as demandas tecnio -taticasna ao longo da ternpora

ar

ern

aprimora-

ad

C o m s so , as negociacoes podem s e a n e c p ad a do em

e qu ip e a lh a

r es u t an -

trar

plan

estrategico

plano estrategico para um

ic

as

ao p ro cu ra r s up ri r suas

nf trategico,

at

ate enta

ta to

realizados

tiliza

jogo. temporad

depend

princi-

as

es

c on si de ra ca o c on di co e

financei-

medi-

tais como

it escolhido,

il

i-

treinarnento, nhecimento

revi

acerca da condicao do ad ersaries

ultima res, fazendo

um

'''-!'''_-''--~

possam lOGO N A P ER SP EC T IV A em

seus adversari-

SISTEMAS n I N A M I C O

proces-

1 . . .. .

novidade

tend

experimentad

::ri:c;:::=

gia, at

ee

as

al ad

es

et as

priedades qu pade

G r e h a i g n e et al.

dess relaca Bxplorar essa concepcao

sistem aberto Bertalanffy (1969) sistemas

ap

es

sa proc om p o t am e n d o s is -

influenciar

marcha Nesta,

relas:ao espacialentre

a s p e rn a s c o n si de r ad a u r n p a ra m e tr o de o rd e m .e n q u a nt o v e lo c id a d e u r p ar am e tr o d ec o nt ro le . T r an sf or m ac o e

conceito

al en

ei os

complexo troca de energia, materia

continua

modificando

padra

organizacional

sistema, passan-

corrida, -c

em

s en c d e p ro ce ss e manter

r re ve rs fv e

n es sa s r oc as , conseguem

d e i m po r e r n fo rm ac oe s d o n e

sa consideradas

e ss en ci a p a r infcrmacoes .E d e o rd e n , pais permitem a o o rg a

on

citada definiQao de sistema de Berta-

anteriorment

ciaco

lanffy

ambiente

res ul-

tado Grehaigne

es

variacoes ambientais .. Na

eq

coisas devem se njio examinadas parte pa em complexo comoa mente h um a na , o da s a s partes a fe ta m a d em a is , e s u da -

dest

oPQsis:aa e n

relac;ao

a se qu ip e

su ge pr nc processo interativo,

c om u n c ac ao : a o se c on f o n a re m n a disputa p el o e sp ag o propositos do o go , c r a r u m a o mu m de atingirem

al. (1999) encentram-se algumf!' prepriedades

ve os

ve

do

istema

raciocfnio ev

complexe

ne

de subsistemas:

e la co e o rd en ad a

jogo,

c ap ac id ad e d e u r s ub si s e rn a n f u e

en

a r n o c om p o

b er da d

em fluxo

coastante tambem

nfvel organizacionaljogo

que

s is te m a s p o ss u e

perturbacoesextemas. s is te m a p od e p ro m ov e g ra nd e a l e ra co e N e ss e e n d o f un da m e nt a i de nt if lc ac a intemos

mu

et

outr

...Grehaigne

Goudbout

n o sistema. de parame-

forcas p o s si b il id a d e de m u pelo ataque

a pp o

of

e ng h

nc 3!

u r s is te m a se considerado

at,

sistema.

de o p os ic a o a ri a d ur an t

movimentacao

c;:a da bola

pa

co

a s s e qu e nc i. a de

::;rincipal, imprescindfvel

Bouthier,

ad

entre a s d ua s e q ui pe s E s sa re la c a

e a ra c te r fs ti ca . D a f c o n cl u i- s

Godbou

.I equipe .I nivel de organizacs .I nfvel parcialforefrant.; .I nfve pnmario,

os subsis-

am

:5nam:ico (McGarry

995; Gr haigne

1999):

n ao -o rd en ad a

Sistemas com diversos

odbo t,

ba

ordem

Ou seja expressa

m po ne n e s n te ra ge n p a

c ip a c ar ac te rf st ic a d a 1 6 gi c i nt er n .0

a ze r e m e g i u r deter-

do e mb a

d e o rc a

sistemacomplexo, esse

50

Estrategia tatica

pa iais qu

tecnic na modalidade

esportivas coletivas: conceito

aplicacoes

da

d o , e s t e s tr a ti fi ca c a

uma caracterfstica

de sistemas

acoes

COID-

interagindo. nfvel organizaci na campo. Funcionalmente,

eq ip

sua distribuicao caracteriza-se pel evolucao da

01

ganizacao, ou estados de equilfbrio mu de om

mp

rehaigne

transcorrer,

me

Godbou

D e aCOI(1995)

principalproprie

das.

nfvel parcialforefrontenvolve

ur grup

dejogado-

pe

ur nt

fe ambiente pode

interagi

na

completamente

imprevisfvel,

ur E s s e v ol uc a o

diretamentecom

bola. nivel prima ri

volvendo, portanto, marcador direto. Segund dade

nt

durante

atacanteem

Grehaignee

informacao para su

ao jogo

al.

tres nfveis de oposicao, e n fr en ta m e n to , a lt er ac o e em quaJquer esse

s e s s u b si st em a s

di-

provocam

alteracoes

rn des-

nos demais.

Um

feedback, teoria

desenvolvi-

diz respeito

capacidade de aprendizagem

do sistema

transfonnacoes sofridas,

linha amplia

esse desequilfbri

ate consegui finaliza forefront se

meta. ampla-

urn

subsisterna de oposieao. rent

nfveis de oposiCj:

droes de o rg an iz ac a

rentes partidas, apresentando

c om p le x d ad e d en c

n te ra t

efetividade

as

objetivo, egunda prin ip

ca acterfs-

mila

apreende

T A T I C A N A P E R P E CT IV A

al., 1999). de inrerariva

s ub ja ee nr e

DINAMICA

tornam

,0

po,

fe

< ;a o

p ro p c ia r u m avaliacao valida do dese 0.,,', !"".cn,-,:__

finalizac;ao. que

de .;;;_........:,;;

impossivel

d a ta t c a , s en d o

Bstrategia, tatica

.ANALISETATICA

tecruca nas m.odalidades esportivss coletivascconceito

aplica~5es

51

MODALIDADES

ESPORTIVAS COLETIVAS

AmlUse tatlca

Chelsea

futebol-« v s . . Barcelona utiliza~ao ae

nOltlio

.d

p ac r d e o g efetivo(EJE) ja foi b a h o d e Grehaigne (1992)e Garganta

1 99 7

co

v o d e propicia maio riquez

onte tual ob erva d ad o x t d o d o o go , e sp ac o ve aquele ocupad cada instante pelo jo adores dentro da are total d o c am p o o ce l z ac a essa p e p ec t v e ob

Sentid

g.

ma

minimamenr

satisfat6ria

ma

reatidad

do enfrentamento,

me

S eq i n c

ma

errada

o p os ic a o

relacraoao

configuracrao

momentanea

fUDgao da regra do impedimenta faca co q u e ss a situac;:ao ma me on da linha meio-campo), aeone c n ec es sa r a me n

s em p r

p ro x m o il m e

Ou

ma

e rn e h an t

em oc

o mp le t m en t

vac;:aodas ac;:oes ( pa ss e c om p le te , condufJlao drible) representara mudanc qualitativ da posi9~ioda posse de em mo ¥3

paremetro

eo e sp B9 0 d e o cu pa .

ul

me

chut

defcosi-

na blequeado),

func;:ao guinte

variaveis:

timero tota de rnudan as de posis;ao da bola relatiequipe adversaria

posicr.ao da bola

d i n to s do

campo de jogo, assim c o m o te significados diferenres mesm send ex cutada no es local do campo. Chelsea \IS.. Barcelona, analise do primeiro mp valido pela quarta final

configu.rac;:aoespacial do sistema

qu

ecorrido,

va

mo

of ns va

a'toes tenha

comportamento

bo

efet

4. Sequ8ncia. ofensiva qu terrninaram

d o s j o ga d o re s ,

dota

a2

ma

jogo,

11

do ataque

relativa

equipe adversaria

i.

.....

.........• '.,\

~,

~M

(EOD),

da

po es da

bo

tres g ro p

( se q e nc ia s o fe ns iv as ) s er n em un

c la ss if ic a

__

d e u a p ro du t v id ad e o f e n v a

Se

, 'I I , f' i

'C.

ma mp

confrenre d i

f~Elnte

dejogo), om og do

Defesa

fo re ebid do et defensiv finalizacr8.o.

Se or de de es alIas

d o EOD

F·tg.. 4. Espaeo de ocupaeao de en iv

(EOD).

trategia tatica

relativa

equip

ecnica

as

odalidad

espo ti as co etivas co ceitos

ap icas oe

Ocorrencias das categorlas de sequencia oten.sivalChelsea

adversaria;

8%

s.

Durante respectivamente, at qu

sario. Nest

aspecto,

Barc lo

ostrou-s

ao conseg

ai eficiente,

de s ua s s eq u en c ia s o fe ns iv a s provocarn sequen-

sequencias

fe siv Chelsea.

2, ar ti-

1e

igual

defe sana ..

11

]ll

4.4).

ria (0 de em po ui

] rn po r a n

ca ac er tica

dife en es

d.as

que.

e pa ra r q ue , m e sm o com u r m i m er o total p ro d uc a r ne n o adversario ..Fora

certas

ad er

gel, embora se aproveirou pegar

enquanto tamente p e l e x p lo r ac a o desse espaco arras do E O D . A le m do

penalty na

ao co ideradas

(Quadro

eq encias). zac;:iiod

Ocorrenclas das categorias

de

de recepcao

qu

4.4)

frente

finalidefesa. N a o g alias, urn

ensiva

Barcelo'l:la

4% 39% 53%

nos Quadrosd.d

4.5 que

circulacao

Barcelona

prornove em

relacao ao EO m a io r m im e d e m ud an ca s

sivas, 4%

fe siv Barcelona.

realiza po

trategia ta ic

tecnic

na modali ades espo riva coletiva

concei os

aplicacoes

no E O O , .

menos de de es

do Barcelona, enquanto com maier mi-

53

pi 0-

rnoveu rnudancas, send oito (urn quinto d e f e n s i a'. Para complementar nossa analise, podemo apro eita resulta-

possfvel observar

uma aproximacao de estilos, de acordo com d iv e s o e s u do s r ea l z ad o que apontam p a r e x is te n cia velocidade poucos passes indica que as sequencina estilo de renciar on id rand toda ategor as de or Barcelona prornoveu Quadro 4. Mudancasofensivasde poss de

passe

mu ai

egur

bola diante da

de pa

OLl:t

marcacao encontra-se distante dojogador

po

Barcelona no EO

defensivas

total

tempo (5)

passes

II

3,0

10,5

3,4

4,0 0,0

Quadrn 4. Mudancas ofensiva de poss de bola-

0,0

0,0

Chelse ud ncas no EO

1e3

ofensivas media

1· tempo

passes

mp

2,3

0,

2,3

0,

0,

0,5

78

2,5

tempo (5

passes

4,

Quadro 4. Circulacaode Mudanc

no EO total

me

1~tempo

2,1

7,

21,0 0,8

Quadro 4.. Circulacaode

0,8

,4

4,4

17.,0

Chelsea Mu

EO (5

media

lQtempo

1,

0,5

passes

2,1

11,0

dp

eb ' a l l

ofensivas

dp

uso frequen-

foram usadas como u r n

media lQ tempo

Barcelonafez

ns

Mudanc 1e3

bola. Entretanto,

circ laca

0,9

3.

1,4

54

stra egia ta ic

tecnic na rnod lidade

spor ivas coletivas:

onceitos

ap icaeoe

Tota de rnudanca defensivas

ofcnsivas Barcelona

61

Chelsea

31

no EO total 39

ate

peito

tern

mesmo atacante finali-

dl'L"il'>iv0 no primeiro

evidenciando

narn

atra-

Ci propria interacao

entre os

bastan

ensfve

ac;ao ratica

ii ad ,·,lIll t.

perspec-

pela referencia jl\~!:ldt)r ern

A m i l s e a t c a n o b as qu e e bo l

sis-

da oposieao,

Silll:l~'i\n

basquetebol.

acontece

de ogo, Outrns possib lidade qu

po

rg

de

o,

qual,

Barcelona

.N cede

recuperaca

mas, Negretti

La-

cia zinsky

s is te m a j og o como resposta .Conducao ribl

subsistema equi

87%

pe Quando

,u bola.

De criacao deespaco ni maneir

estatica

do

qu br

da de

pode

estatica dinami Hfixafoes,da defesa", como fora

.Condu9ao

Drible 94"10

4.

estrareg".lu..~,;;;~

criaca de espaco interior ou exterior

dentro

denominado

como ixapio peri er af

Estrategia, tatica

da dade

rt

on

os

pl

pois posicionamento de-

Atenas

nominado fixafiio central(c) (Fig 4.10).

De

cria~ao ma mi nominado atraso da defesa",

uipe

o co r po

nt

deon uant

co

bola send

denominado

desmarqu

Pode o co r e r

co

bola(DCB). rn desmarque

up pl ra

bola(BD). bloqueio indireto(BI).

de jogo

no os

import nt

ressalta

qu

qu

situayOes de tres contra tres,

qu de

forefront.

os

caracterfstica

gi

se

bola(DSB), dupla pode o co rr e a tr av e s de rn

ua finals.

ra

oi de

pr nc

or

possfvel que

IlJ11

jogs-

op (2005).

ar;:oes retamente na fen

defesa adversari

nao variou

vidu-

.J

2), hou-

ve variacao

ra

F ig . 4 . Fix.alYao periferica,

rgentina lugo la ia Ocorrencia de ategoria de Desequlhbric detensivo

DP

O'c

.DSB

OBI

. F ig . 4 . 1 1 O c o r re n c i de categorias de desequilfbrio defensivo Fig. 4.10 Pixa~a central.

Argentina

VS.

lugoslavia.

.t

tarica

te nlca

Argentina en as

a.

.X

odalidade. es orti.va. coleti

conc it

aplicacoes

Itiilia

as

or

joga-

.0

de

dor 11 no

de

logo

OP

1,

DC

bloqueio.

[JDCS .DSS

realizad

quas

par el

exclusivamente

este

dais jogos,

fixa~a

maier

OB

10

bola proxim

cesta

logo 1,

per metro. Fig. .:1.1 Ocorrencia da categorias de desequilfbri vs Italia,

LIm

rnovimento

defensiv Argentina Participa9ao

.X

,Iugoslavia

lndlvidual na A90es de Desequllfbrl

Defensivo·

25 ~'H
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